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Leilões de Veículos

Carros, motos, caminhões e utilitários em leilões em todo o Brasil — com atuação especial no Sul e Centro-Oeste.
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Leilões de veículos na Simon Leilões — atuação em todo o Brasil

Os leilões de veículos da Simon Leilões colocam à venda carros, motos, caminhonetes, utilitários, vans, furgões, ônibus, caminhões e reboques/carretas de origem judicial, extrajudicial ou de comitentes privados — uma oportunidade de adquirir veículos com preço inicial bem abaixo da Tabela FIPE.

Realizamos leilões de veículos em todo o Brasil, com atuação especial no Sul e Centro-Oeste — Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Cada veículo tem o seu próprio edital, com informações como chassi, RENAVAM, estado de conservação, restrições, local de retirada e eventuais débitos (IPVA, multas e financiamentos). A depender do tipo de leilão, esses débitos podem ser de responsabilidade do arrematante — por isso, leia o edital com atenção antes de dar o lance.

A retirada do veículo e a transferência junto ao Detran ficam por conta do comprador, respeitados os prazos e as condições de cada leilão.

Perguntas frequentes

Atuamos com leilões de veículos em todo o Brasil, com presença especial no Sul e Centro-Oeste — Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Consulte os veículos disponíveis para ver as cidades atuais.

Quando há possibilidade, é permitida apenas a avaliação visual do veículo, nas datas eventualmente indicadas no edital. Não é permitido dirigir nem realizar testes mecânicos. E nem sempre a visita é possível — em leilões judiciais, por exemplo, o veículo pode estar na posse do executado ou em local de difícil acesso. Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantia mecânica, e o edital nem sempre descreve o estado real do veículo. Nossa recomendação é direta: se você não conseguir ver ou examinar o veículo, reconsidere o lance. Estando distante, peça a uma pessoa de confiança que o veja por você. Arrematar sem ter verificado aumenta o risco — e esse risco é assumido pelo arrematante.

Depende do tipo de leilão. Nos leilões judiciais, em regra, os débitos anteriores à arrematação (como IPVA e multas) não são transferidos ao arrematante — são abatidos do valor obtido na venda. Nos leilões extrajudiciais, a maioria é vendida sem débitos, mas há casos em que o edital prevê que determinados débitos fiquem por conta do comprador. Confira sempre o edital.

Pode — e o leiloeiro não é responsável por essas baixas. No gravame ou alienação fiduciária, o leilão não retira automaticamente a anotação; nos extrajudiciais, quando o edital é omisso, a baixa fica a cargo do comitente vendedor. Já os bloqueios judiciais (RENAJUD) são baixados pelo juízo, que oficia os órgãos competentes — procedimento que pode levar algum tempo. Confira a situação documental no edital antes do lance.

Depende do tipo de leilão. Nos leilões extrajudiciais e de comitentes (pátio), a retirada ocorre após o pagamento integral e a liberação da documentação, dentro do prazo do edital; passado esse prazo, podem incidir taxas de estadia. Nos leilões judiciais, não há prazo fixo de retirada: a entrega depende dos trâmites do processo e da expedição do mandado de entrega (ou carta de arrematação, conforme o juízo), e o veículo pode estar em pátio ou depositário judicial, com o comitente ou na posse do executado. Quando o veículo está sob a guarda de um pátio, depositário particular ou do próprio leiloeiro, podem existir custos de estadia ou guarda; essa informação nem sempre consta no edital, por isso recomendamos confirmar com a nossa equipe antes do lance.

Sucata é o bem que, por determinação legal, não pode voltar a circular — destina-se ao aproveitamento de peças, à reciclagem ou ao material ferroso, conforme o caso. A arrematação de determinados lotes de sucata pode ser restrita a empresas ou pessoas que atendam a requisitos legais (por exemplo, habilitação específica). Antes do lance, confira no edital a classificação do lote e as condições exigidas.

Com a documentação de arrematação fornecida pelo leiloeiro ou pelo comitente, você dá entrada no Detran do estado de registro do veículo. A transferência deve ocorrer dentro do prazo legal para evitar multa. Lembre-se de que, havendo gravame ou bloqueio pendente, ela só se conclui após a respectiva baixa pelos órgãos competentes.

Sim. Sobre o valor da arrematação incide a comissão do leiloeiro prevista no edital — normalmente 5%. Em leilões judiciais, o percentual pode ser arbitrado pelo juiz. Confira sempre o edital do lote.